Com arqueologia amapaense como tema, alunos da Escola SESI conquistam 2º lugar em competição regional de robótica - SESI - SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA - DR/AP

 

Alunos da Escola SESI Visconde de Mauá ficaram no TOP 10 do Festival Regional SESI de Robótica, promovido pelo Departamento Regional da instituição. A atividade aconteceu nos dias 3 e 4 de fevereiro, em Campina Grande, na Paraíba, e reuniu estudantes do Norte e Nordeste que competiram em três modalidades diferentes. Os projetos apresentados pelas equipes amapaenses valorizaram a cultura e o legado histórico dos povos indígenas que habitaram o estado.

Na disputa, o Amapá foi representado pelas equipes Marco Zero Robotics e Maratech, que participaram da modalidade First Lego League Challenge (FLL), temporada Unearthed, que em 2026 abordou o tema Arqueologia e desafiou os estudantes a desenvolver soluções tecnológicas e criativas para problemas enfrentados por arqueólogos no dia a dia.

Na FLL, a equipe Marco Zero Robotics conquistou o segundo lugar na categoria Projeto de Inovação. O grupo apresentou duas versões de um jogo, uma digital e outra em tabuleiro, que aborda o legado cultural e material dos povos indígenas que viveram no Amapá, a partir da perspectiva arqueológica.

O aluno Paulo Araújo, integrante da equipe Marco Zero, destacou que a participação na competição foi uma experiência positiva e enriquecedora para todos. “Essa etapa regional da FLL foi incrível e cheia de aprendizado. A conquista é resultado do trabalho e da dedicação da equipe”, afirmou.

Na mesma categoria, a equipe Maratech levou um projeto que utilizaao  a técnica de fotogrametria para criar um museu virtual, que reúne elementos arqueológicos representativos da história do estado. A proposta permite a visualização em 3D de peças encontradas em escavações realizadas em sítios arqueológicos no Amapá.

As duas propostas apresentadas no Festival Regional SESI de Robótica foram desenvolvidas em parceria com o Núcleo de Pesquisas Arqueológicas (NuPArq), do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (IEPA).

“Nossos projetos foram voltados à disseminação e à universalização da arqueologia amapaense, considerando a carência de museus dedicados a esse tema. As propostas buscaram, principalmente, levar informação a comunidades distantes e ampliar o acesso ao conhecimento”, destacou o técnico da equipe, Jhon Tavares.

De acordo com Jhon, a proposta de trabalho da equipe Maratech será expandida para que outros artefatos possam fazer incluído no acervo do museu virtual desenvolvido pelos alunos.

 

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